O agrupamento pedagógico intermitente constitui uma estratégia de organização do trabalho pedagógico que visa atender às diferentes necessidades de aprendizagem dos estudantes, conforme orientações das Resoluções SEE nº 5.234/2026 e nº 5.243/2026. Essa organização possibilita a formação temporária de grupos de estudantes, de acordo com seus níveis de aprendizagem, dificuldades específicas ou potencialidades, sem caráter permanente ou classificatório.
Nessa perspectiva, o agrupamento intermitente deve ser planejado de forma intencional, articulado ao currículo e às avaliações diagnósticas e formativas, com o objetivo de promover intervenções pedagógicas mais direcionadas e eficazes. Tal estratégia favorece a personalização do ensino, permitindo ao professor diversificar metodologias, intensificar o acompanhamento e propor atividades adequadas às necessidades dos estudantes.
De acordo com as diretrizes estabelecidas, essa prática deve assegurar a equidade no processo educativo, garantindo o direito à aprendizagem de todos os estudantes, por meio de ações que visem à superação de defasagens, ao aprofundamento de conhecimentos e ao desenvolvimento integral.
Além disso, o agrupamento pedagógico intermitente deve ser flexível, dinâmico e constantemente reavaliado, considerando os avanços dos estudantes e os resultados das práticas pedagógicas. Essa organização pedagógica é uma estratégia inclusiva que fortalece o processo de ensino e aprendizagem e contribui para a melhoria dos resultados educacionais, promovendo uma prática docente mais responsiva, reflexiva e alinhada às diretrizes da rede estadual de ensino.
A educação digital e midiática constitui uma área interdisciplinar no Currículo que inclui as competências e aprendizagens previstas na Base Nacional Comum Curricular – BNCC relativas ao uso de tecnologias, comunicação, reflexão e análise de informações e mídias, cultura digital, mundo digital e pensamento computacional.
O Referencial Curricular Computação na Educação Básica de Minas Gerais (2025) concebe a educação digital além da utilização de ferramentas tecnológicas, assegurando a promoção de competências relacionadas ao pensamento crítico, à autoria, à colaboração, à cultura digital e à responsabilidade no uso dos ambientes virtuais, articulada às disposições do ECA Digital. Tais competências são fundamentais para a formação integral dos estudantes, devendo garantir sua atuação consciente na sociedade contemporânea.
De acordo com as diretrizes estabelecidas, o planejamento pedagógico, as práticas metodológicas e os processos avaliativos devem favorecer a ampliação das possibilidades de acesso ao conhecimento e a diversificação das estratégias de ensino em educação digital e midiática.
Na prática, em sala de aula, a educação digital e midiática deve assegurar o uso ético, seguro e responsável das tecnologias, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia dos estudantes e para a construção de uma postura crítica diante das informações e interações no ambiente digital. Configura-se como elemento essencial para a qualificação do ensino, promovendo a proteção de crianças e adolescentes e as aprendizagens significativas, alinhadas às demandas do mundo contemporâneo.
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A educação financeira constitui componente relevante no processo de formação integral dos estudantes, conforme orientações das Resoluções SEE nº 5.234/2026 e nº 5.243/2026, sendo desenvolvida de forma integrada ao currículo e às práticas pedagógicas.
Nessa perspectiva, a educação financeira envolve o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades relacionados ao uso consciente dos recursos, ao planejamento financeiro, ao consumo responsável, à poupança e às noções básicas de economia, considerando as diferentes realidades dos estudantes.
De acordo com as diretrizes estabelecidas, essa temática deve ser trabalhada de forma contextualizada e interdisciplinar, favorecendo a reflexão crítica sobre hábitos de consumo, a tomada de decisões responsáveis e a construção de uma relação equilibrada com o dinheiro.
Além disso, a educação financeira contribui para o desenvolvimento da autonomia, da responsabilidade e do pensamento crítico, aspectos essenciais para a atuação dos estudantes na vida pessoal e social.
Dessa forma, configura-se como elemento importante para a formação de cidadãos conscientes, capazes de fazer escolhas informadas e sustentáveis, em consonância com as demandas da sociedade contemporânea.
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A educação socioemocional é essencial da formação integral dos estudantes, conforme orientações das Resoluções SEE nº 5.234/2026 e nº 5.243/2026, sendo desenvolvida de forma articulada ao currículo e às práticas pedagógicas no ambiente escolar. Envolve o desenvolvimento de competências relacionadas ao autoconhecimento, à autorregulação emocional, à convivência, à empatia, ao respeito, à cooperação, à responsabilidade e à tomada de decisões conscientes.
De acordo com as diretrizes estabelecidas, essas competências devem ser trabalhadas de forma intencional e integrada ao processo educativo, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais acolhedores, inclusivos e propícios à aprendizagem.
Além disso, a educação socioemocional favorece o bem-estar dos estudantes, fortalece as relações interpessoais e contribui para a prevenção e a mediação de conflitos, promovendo uma cultura de paz no contexto escolar.
Dessa forma, configura-se como componente fundamental para o desenvolvimento integral dos estudantes, preparando-os para lidar com desafios pessoais, acadêmicos e sociais, de forma ética, responsável e colaborativa.
O Projeto de Educação Socioemocional é essencial na formação integral dos estudantes, desenvolvida de forma articulada ao Currículo Referência de Minas Gerais e às práticas pedagógicas. Dialoga diretamente com o componente curricular Ensino Religioso, pois favorece a reflexão sobre valores, ética, convivência e respeito à diversidade de crenças e culturas presentes no ambiente escolar. Essa articulação envolve o desenvolvimento de competências relacionadas ao autoconhecimento, à autorregulação emocional, à empatia, ao respeito, à cooperação e à tomada de decisões conscientes, promovendo o reconhecimento do outro e a valorização das diferenças. O Ensino Religioso/ Educação socioemocional, nessa perspectiva, contribui para o fortalecimento do diálogo, da cultura de paz e da convivência democrática. Essa articulação favorece o bem-estar dos estudantes, fortalece as relações interpessoais e contribui para a prevenção e mediação de conflitos, ampliando as possibilidades de formação ética e cidadã.
De acordo com as diretrizes estabelecidas, tais competências devem ser trabalhadas de forma intencional e integrada, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais acolhedores, inclusivos e propícios à aprendizagem. Essa integração favorece o bem-estar dos estudantes, fortalece as relações interpessoais e contribui para a prevenção e mediação de conflitos, ampliando as possibilidades de formação ética e cidadã. Assim, configura-se como estratégia relevante para o desenvolvimento integral dos estudantes, preparando-os para atuar de forma ética, responsável, respeitosa e colaborativa na sociedade.
Na Educação Socioemocional, a avaliação qualitativa é realizada por meio de conversas, entrevistas e da observação contínua dos estudantes durante as atividades, considerando aspectos relacionados ao desenvolvimento socioemocional, à construção do projeto de vida e às interações no ambiente escolar. Nesse processo, o professor acompanha atitudes, comportamentos e formas de participação, buscando compreender como os estudantes se percebem, se expressam, se relacionam com os outros e refletem sobre suas próprias ações.
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O letramento matemático possibilita que os estudantes compreendam, interpretem e utilizem conceitos matemáticos em diferentes situações do cotidiano, contribuindo para a formação de cidadãos críticos, autônomos e participativos. Mais do que dominar procedimentos e cálculos, o letramento matemático envolve a capacidade de analisar informações, resolver problemas, argumentar com base em dados e tomar decisões fundamentadas. Valorizar essa competência é promover uma aprendizagem significativa, conectada à realidade dos estudantes e alinhada às demandas da sociedade contemporânea.
A valorização da leitura e da escrita deve ser assegurada em todas as etapas da educação básica, pois constitui eixo fundamental do processo de ensino e aprendizagem, conforme a Resolução nº 5.243/2026, artigo 5º, leitura e escrita são competências estruturantes para o desenvolvimento das demais áreas do conhecimento e para a formação integral dos estudantes.
Nessa perspectiva, a leitura possibilita a ampliação do repertório cultural, o desenvolvimento do pensamento crítico, da compreensão de diferentes linguagens e da interpretação do mundo em suas múltiplas dimensões. Já a escrita configura-se como instrumento de expressão, organização de ideias, construção de argumentos e comunicação de forma clara e coerente.
De acordo com as diretrizes estabelecidas, o trabalho pedagógico deve garantir práticas contínuas e intencionais de leitura e produção textual em diferentes contextos, favorecendo o letramento, a autonomia intelectual e o protagonismo dos estudantes ao longo da escolarização.
Além disso, a articulação dessas práticas contribui para aprendizagens significativas em todas as áreas do conhecimento, fortalecendo competências cognitivas, comunicativas e socioemocionais.
Dessa forma, a valorização da leitura e da escrita é essencial para a formação de sujeitos críticos, reflexivos e participativos, preparados para atuar de maneira consciente nos contextos acadêmico, social e cultural.